quinta-feira, 1 de janeiro de 2009


O ARCO DE SANT'ANA


Do Arco de Sant’Ana apenas resta a porta que, aberta à esquerda do arco, dava acesso ao nicho onde estava a imagem de Sant’Ana, a Virgem e o Menino e que, depois do arco demolido, foi recolhida na Capela de S. Crispim. Ainda hoje se pode ver a porta setecentista rasgada no muro de granito, com alguns degraus que dão acesso à imagem de Sant’Ana, a qual foi aí colocada recentemente, no âmbito de um restauro feito pela Câmara Municipal do Porto. Almeida Garrett deu início ao romance histórico O Arco de Sant’Ana: crónica portuense – Manuscrito achado no Convento dos Grilos do Porto por um soldado do Corpo Académico, quando aqui estava aquartelado, durante o Cerco do Porto (1832-33)

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RUA DE SANTA CATARINA


No ano de 1662, havia em Fradelos uma quinta de que era senhorio directo o Dr. João Freire de MeIo, tesoureiro da Sé da Guarda, com uma capela da invocação de Santa Catarina Mártir. Essa quinta, toda cercada de parede, partia da banda do nascente «com o caminho que vai de Fradelos para a Porta de Cima de Vila». Este caminho é o mais remoto antepassado que conhecemos da actual Rua de Santa Catarina, que provavelmente dessa ermida tomou a denominação. Já designada por Rua Nova de Santa Catarina a encontramos mencionada em certo documento da Misericórdia em 1748. Numa planta camarária de 1771, vê-se o projecto do seu alinhamento.
No plano de urbanização proposto por João de Almada e MeIo em 1784, incluiu-se o prolongamento da rua até à Aguardente (hoje Praça Marquês de Pombal). A este novo troço da artéria se chamou Rua Bela da Princesa, que nas plantas de Balck (1813) e Costa Lima (1839), uma figura ainda escassamente conhecida. Também por urbanizar estavam todos os terrenos compreendidos entre Santo António, Santa Catarina, a Viela da Neta e a das Pombas (onde está hoje o Grande Hotel do Porto).
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A HISTÓRIA

Embora o primeiro documento escrito onde Miragaia é mencionada date apenas de 1243, a existência de uma povoação no areal onde o Rio Frio entra no Douro é muitíssimo anterior . Sabe-se que os romanos utilizavam a sua praia como ponto de travessia do Douro. Há mesmo quem sustente que o Portus de Cale se situava aqui e não na Ribeira e uma inscrição na igreja paroquial afirma ter sido esta a primeira catedral do Porto. As Inquirições de 1258 dão-lhe setenta casas, número muito apreciável para a época, mas a Muralha Fernandina deixou Miragaia extra muros. Nos seus estaleiros, que chegaram a ser dos maiores de Portugal foram construídas algumas naus da nossa primeira aventura marítima, a expedição de Ceuta. Era também em território de Miragaia, na Rua da Esperança, que laborava a importante indústria de cordoaria. A construção da nova Alfãndega, no último quartel do século XIX. com a consequente rua de acesso, pôs fim ao areal e alterou profundamente o enquadramento da arcaria ribeirinha.

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A CIDADE


Cidade de origem medieval, tem as suas raízes no remoto século X, Foi nesta altura que a Condessa Mumadona Dias, viúva de Hermenegildo Mendes mandou construir um mosteiro, que se tornou num pólo de atracção e deu origem à fixação de um grupo populacional. Mumadona construi um castelo a pouca distância, na colina, criando assim um segundo ponto de fixação. A vila foi-se expandindo e organizando, sendo então rodeada por uma muralha defensiva.Entretanto as ordens mendicantes instalam-se Guimarães e ajudam a moldar a fisionomia da cidade. Haverá ainda a construção de algumas igrejas, conventos e palácios, a formação do Largo da Misericórdia em finais do século XVII e inícios do XVIII, mas a sua estrutura não sofrerá grande transformação. Será a partir de finais do sécuo XIX, com as novas ideias urbanísticas de higiene e simetria, que a vila, elevada a cidade em 1853 pela Rainha D. Maria I, irá sofrer a sua maior mudança
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LARGO DO TERREIRO


É muito antigo, provavelmente do tempo em que edificou a Alfândega, o «almazém» de D. Afonso IV e que remontara, portanto, ao se o XIV. Dos fins desta centúria, ou princípios da seguinte, dataria o Hospital primitivamente denominado da Reboleira. Junto deste Hospital, hoje desaparecido, existiu e existe uma capela dedicada a Nossa Senhora da Piedade, que primeiro se chamou do Cais e depois de 1608, se passou a denominar de Nossa Senhora do Terreiro da Alfândega. Nos fins do século XVII, capela e hospital estavam em ruínas, e foram reedificados em 1699-1700.
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O QUE SÃO OS NOSSOS ALBUNS


Quem visita lugares históricos de uma cidade, precisa de conhecer quais os monumentos, desses lugares, que devem ser vistos, a sua história e a sua importância. Os nossos Albuns fazem-no de uma maneira alegre e colorida, em "cartoons" bem elaborados, deixando espaço, enttre eles para que sejam colocadas fotografias do próprio, anotações, lembranças, recordações para mais tarde relembrar e poder deixar para a posteridade.

Visite os lugares históricos de Portugal, conheça um pouco da sua história e deixe para a posteridade estes albuns com as suas fotografias e anotações.
Quem os ler mais tarde, vai reviver as suas emoções e lembrá-lo como alguém que amou o seu País