No ano de 1662, havia em Fradelos uma quinta de que era senhorio directo o Dr. João Freire de MeIo, tesoureiro da Sé da Guarda, com uma capela da invocação de Santa Catarina Mártir. Essa quinta, toda cercada de parede, partia da banda do nascente «com o caminho que vai de Fradelos para a Porta de Cima de Vila». Este caminho é o mais remoto antepassado que conhecemos da actual Rua de Santa Catarina, que provavelmente dessa ermida tomou a denominação. Já designada por Rua Nova de Santa Catarina a encontramos mencionada em certo documento da Misericórdia em 1748. Numa planta camarária de 1771, vê-se o projecto do seu alinhamento.
No plano de urbanização proposto por João de Almada e MeIo em 1784, incluiu-se o prolongamento da rua até à Aguardente (hoje Praça Marquês de Pombal). A este novo troço da artéria se chamou Rua Bela da Princesa, que nas plantas de Balck (1813) e Costa Lima (1839), uma figura ainda escassamente conhecida. Também por urbanizar estavam todos os terrenos compreendidos entre Santo António, Santa Catarina, a Viela da Neta e a das Pombas (onde está hoje o Grande Hotel do Porto).
No plano de urbanização proposto por João de Almada e MeIo em 1784, incluiu-se o prolongamento da rua até à Aguardente (hoje Praça Marquês de Pombal). A este novo troço da artéria se chamou Rua Bela da Princesa, que nas plantas de Balck (1813) e Costa Lima (1839), uma figura ainda escassamente conhecida. Também por urbanizar estavam todos os terrenos compreendidos entre Santo António, Santa Catarina, a Viela da Neta e a das Pombas (onde está hoje o Grande Hotel do Porto).
preço € 12,40


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